sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Traduza os rótulos e escolha bem os alimentos
Colesterol, gordura trans, carboidratos, proteínas... já foi o tempo em que ir ao supermecado era uma coisinha simples, acomodada entre uma atividade e outra. Escolher bem os alimentos que bom! é uma preocupação cada vez mais comum. Mas a tarefa leva tempo e requer preparo.
Ei, mas nada de torcer o nariz. A nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella, encarou a missão de traduzir o que está por trás da maioria dos rótulos existentes por aí, incluindo aqueles mais compliados e cheios de palavras difíceis. A seguir, ela destrinça tudo (tu-di-nho mesmo) sobre os principais conceitos que precisam estar na ponta da língua de qualquer pessoa interessada em manter a alimentação saudável e o peso em dia.
Calorias: é sinônimo de energia. Nos alimentos, a unidade correta a ser usada é quilocalorias (kcal) substituída, no dia-a-dia pelas simples calorias . Os nutrientes que fornecem energia para o corpo são três, denominados macronutrientes: carboidratos (4 kcal/g), proteínas (4 kcal/g) e as gorduras (9 kcal/g).
Carboidratos: eles são a primeira fonte de energia para o organismo e não devem jamais ser cortados da alimentação. São de três tipos: monossacarídeos (frutose, glicose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, dextrina, celulose e glicogênio). Não existe alimentação saudável sem frutas, legumes, verduras e grãos integrais, todos exemplos de carboidratos. Mas, cuidado: evite os açúcares simples ou refinados, porque eles fornecem muita energia sem uma variedade de nutrientes importante para o bom funcionamento do organismo. De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, de 50 a 60% devem vir dos carboidratos.
Proteínas: são os nutrientes envolvidos com a formação de células, enzimas e hormônios, daí sua denominação de construtores. São fonte de substâncias que nosso organismo não produz, conhecidas por aminoácidos essenciais. Por isso, alimentos ricos em proteínas devem fazer parte do cardápio diário , explica a especialista do Dieta e Saúde. Os alimentos fontes de proteínas são os de origem animal (carnes, leites) e alguns de origem vegetal (leguminosas, como soja e feijão). De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, de 15 a 20% devem vir das proteínas.
Gordura trans: desde 31 de julho de 2006, as empresas são obrigadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a indicar, no rótulo dos alimentos, a quantidade de gordura trans. Trata-se de um tipo de nutriente originado na gordura vegetal (que, naturalmente, é insaturada e não prejudica a saúde). Para a gordura vegetal dar sabor, forma e textura aos alimentos industrializados, ela passa por um processo denominado hidrogenação (daí o termo gordura hidrogenada). Nesse momento, a gordura que era líquida e insaturada passa a ser sólida e saturada, trazendo riscos quando consumida em grandes quantidades. Bolos e tortas industrializadas, biscoitos salgados, biscoitos recheados, pratos congelados, sorvetes cremosos e margarinas incluem essa gordura em suas receitas. Ainda não existe uma recomendação de quantidade de gordura trans para a dieta, mas sugerimos o consumo de, no máximo, 2 gramas por dia , afirma Roberta.
Gordura saturada: sólida em temperatura ambiente e, assim como a gordura trans, está relacionada com o aumento do colesterol ruim. Conseqüentemente, o excesso dela é fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Os alimentos de origem animal são a principal fonte de gorduras saturadas. Mas os óleos de coco e de dendê (origem vegetal) também fornecem esse tipo de gordura.
Colesterol: o colesterol é um tipo de gordura, importante para o organismo, pois está envolvido na produção de hormônios sexuais e das glândulas supra-renais, na formação da membrana celular e da bile, usada na digestão das gorduras. O corpo obtém o colesterol de duas maneiras: o próprio organismo produz, no fígado, e a partir das refeições. Mas somente os alimentos de origem animal contêm colesterol , explica Roberta Stella. Todos os tipos de carnes, leite e derivados, por exemplo. Na versão integral, esses produtos contêm mais colesterol afinal, contêm mais gordura. Bacon, vísceras, embutidos e gema de ovo são campeões em quantidade de mau colesterol, cuja ingestão diária não deve ultrapassar 300 mg.
Fibras: é um termo genérico para várias substâncias que não são absorvidas pelo organismo durante a digestão dos alimentos. Há dois tipos de fibras: as solúveis e as insolúveis. As fibras solúveis, durante o processo de digestão, absorvem água e formam um gel, ajudando na redução dos níveis de colesterol ruim no sangue. Já as fibras insolúveis estão relacionadas com a melhora do funcionamento intestinal e com a prevenção de câncer do cólon e reto. Os alimentos ricos em fibras são as frutas, os grãos integrais, as leguminosas, os legumes e verduras. A quantidade de fibra recomendada por dia é de 30 gramas.
É mito ou verdade que carboidratos consumidos em excesso acumulam-se sob a forma de gordura? Como e por que isso acontece?
Isso é um mito. O ganho de peso acontece devido ao consumo excessivo de calorias, não gasto durante o dia. Assim, as calorias excedentes serão depositadas no corpo na forma de gordura. Entretanto, a recomendação é que todos os nutrientes sejam distribuídos entre todas as refeições do dia. Se você não conhece a composição dos alimentos, é fácil: varie. Inclua no seu cardápio alimentos de origem animal (carnes e leites), vegetais (cereais, frutas, legumes e verduras) e faça pequenos lanches entre essas refeições. Assim, você terá uma variedade de alimentos e evitará o acúmulo de um determinado nutriente. Se, à noite, você ingerir somente macarrão, saladas, legumes e frutas, a sua alimentação será rica em carboidratos. Consumindo um pequeno filé grelhado, acompanhado de pequenas porções de legumes cozidos e salada, a quantidade de carboidratos irá se reduzir, além de haver uma maior variedade de nutrientes.
Ei, mas nada de torcer o nariz. A nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella, encarou a missão de traduzir o que está por trás da maioria dos rótulos existentes por aí, incluindo aqueles mais compliados e cheios de palavras difíceis. A seguir, ela destrinça tudo (tu-di-nho mesmo) sobre os principais conceitos que precisam estar na ponta da língua de qualquer pessoa interessada em manter a alimentação saudável e o peso em dia.
Calorias: é sinônimo de energia. Nos alimentos, a unidade correta a ser usada é quilocalorias (kcal) substituída, no dia-a-dia pelas simples calorias . Os nutrientes que fornecem energia para o corpo são três, denominados macronutrientes: carboidratos (4 kcal/g), proteínas (4 kcal/g) e as gorduras (9 kcal/g).
Carboidratos: eles são a primeira fonte de energia para o organismo e não devem jamais ser cortados da alimentação. São de três tipos: monossacarídeos (frutose, glicose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, dextrina, celulose e glicogênio). Não existe alimentação saudável sem frutas, legumes, verduras e grãos integrais, todos exemplos de carboidratos. Mas, cuidado: evite os açúcares simples ou refinados, porque eles fornecem muita energia sem uma variedade de nutrientes importante para o bom funcionamento do organismo. De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, de 50 a 60% devem vir dos carboidratos.
Proteínas: são os nutrientes envolvidos com a formação de células, enzimas e hormônios, daí sua denominação de construtores. São fonte de substâncias que nosso organismo não produz, conhecidas por aminoácidos essenciais. Por isso, alimentos ricos em proteínas devem fazer parte do cardápio diário , explica a especialista do Dieta e Saúde. Os alimentos fontes de proteínas são os de origem animal (carnes, leites) e alguns de origem vegetal (leguminosas, como soja e feijão). De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, de 15 a 20% devem vir das proteínas.
Gordura trans: desde 31 de julho de 2006, as empresas são obrigadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a indicar, no rótulo dos alimentos, a quantidade de gordura trans. Trata-se de um tipo de nutriente originado na gordura vegetal (que, naturalmente, é insaturada e não prejudica a saúde). Para a gordura vegetal dar sabor, forma e textura aos alimentos industrializados, ela passa por um processo denominado hidrogenação (daí o termo gordura hidrogenada). Nesse momento, a gordura que era líquida e insaturada passa a ser sólida e saturada, trazendo riscos quando consumida em grandes quantidades. Bolos e tortas industrializadas, biscoitos salgados, biscoitos recheados, pratos congelados, sorvetes cremosos e margarinas incluem essa gordura em suas receitas. Ainda não existe uma recomendação de quantidade de gordura trans para a dieta, mas sugerimos o consumo de, no máximo, 2 gramas por dia , afirma Roberta.
Gordura saturada: sólida em temperatura ambiente e, assim como a gordura trans, está relacionada com o aumento do colesterol ruim. Conseqüentemente, o excesso dela é fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Os alimentos de origem animal são a principal fonte de gorduras saturadas. Mas os óleos de coco e de dendê (origem vegetal) também fornecem esse tipo de gordura.
Colesterol: o colesterol é um tipo de gordura, importante para o organismo, pois está envolvido na produção de hormônios sexuais e das glândulas supra-renais, na formação da membrana celular e da bile, usada na digestão das gorduras. O corpo obtém o colesterol de duas maneiras: o próprio organismo produz, no fígado, e a partir das refeições. Mas somente os alimentos de origem animal contêm colesterol , explica Roberta Stella. Todos os tipos de carnes, leite e derivados, por exemplo. Na versão integral, esses produtos contêm mais colesterol afinal, contêm mais gordura. Bacon, vísceras, embutidos e gema de ovo são campeões em quantidade de mau colesterol, cuja ingestão diária não deve ultrapassar 300 mg.
Fibras: é um termo genérico para várias substâncias que não são absorvidas pelo organismo durante a digestão dos alimentos. Há dois tipos de fibras: as solúveis e as insolúveis. As fibras solúveis, durante o processo de digestão, absorvem água e formam um gel, ajudando na redução dos níveis de colesterol ruim no sangue. Já as fibras insolúveis estão relacionadas com a melhora do funcionamento intestinal e com a prevenção de câncer do cólon e reto. Os alimentos ricos em fibras são as frutas, os grãos integrais, as leguminosas, os legumes e verduras. A quantidade de fibra recomendada por dia é de 30 gramas.
É mito ou verdade que carboidratos consumidos em excesso acumulam-se sob a forma de gordura? Como e por que isso acontece?
Isso é um mito. O ganho de peso acontece devido ao consumo excessivo de calorias, não gasto durante o dia. Assim, as calorias excedentes serão depositadas no corpo na forma de gordura. Entretanto, a recomendação é que todos os nutrientes sejam distribuídos entre todas as refeições do dia. Se você não conhece a composição dos alimentos, é fácil: varie. Inclua no seu cardápio alimentos de origem animal (carnes e leites), vegetais (cereais, frutas, legumes e verduras) e faça pequenos lanches entre essas refeições. Assim, você terá uma variedade de alimentos e evitará o acúmulo de um determinado nutriente. Se, à noite, você ingerir somente macarrão, saladas, legumes e frutas, a sua alimentação será rica em carboidratos. Consumindo um pequeno filé grelhado, acompanhado de pequenas porções de legumes cozidos e salada, a quantidade de carboidratos irá se reduzir, além de haver uma maior variedade de nutrientes.
Eles são amigos da dieta, mas nada de abusar
Prós e os contras dos alimentos associados à economia calórica
Água-e-sal: ela também engorda!
Antes de lotar o carrinho do supermercado com produtos lights ou comidinhas aparentemente incocentes para incrementar a dieta, preste atenção nos rótulos das embalagens e na tabela nutricional estampada no verso. Por que isso? Para não se surpreender com o ponteiro da balança depois.
"Muitas vezes, a maior vantagem não é o valor calórico desprezível, mas o baixo teor de gordura" , explica a nutricionista Ana Beatriz Fonseca, da VP Consultoria Nutricional, de São Paulo. Vale comparar o produto com a sua versão original para descobrir se você está realmente economizando nas calorias.
Alimentos light contêm uma quantidade reduzida de um nutriente específico, quando comparado com seu alimento original. Carboidratos, açúcares, gordura ou até mesmo proteínas podem ter o teor diminuído. Ao lado deles, aparecem nas gôndolas os produtos diet que, no entanto, precisam ser consumidos com muito cuidado.
"O chocolate diet, por exemplo, não tem açúcar. Mas tem muito mais gordura e, portanto, muitas calorias" , explica a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Se você quer mesmo perder peso sem enganação, olho atento nas dicas abaixo antes de seguir para a próxima compra do mês.
Fizemos uma lista completa, indicando os prós e os contras de todos os produtos que costumam ser parceiros do seu regime (receba o cardápio ideal para seu objetivo). Confira se você anda mesmo em boa companhia.
Frutas oleaginosas
Castanha-do-pará, amêndoas e nozes são excelente fontes de micronutrientes, como vitamina E, que previne doenças degenerativas e cardiovasculares (deliciosa receita com nozes). Também são cheias de selênio, um ótimo aliado para combater o envelhecimento. Mas essas delícias têm um valor calórico considerável, portanto pedem para serem ingeridas com moderação. Duas unidades por dia são suficientes para não derrapar na forma.
Frutas desidratadas e secas
Maçã, banana, damasco, uva passa e figo são as mais comuns. O que diferencia as gostosuras secas das desidratadas é o processo de fabricação e a quantidade de água que permanece no alimento.
Menos água e mais gorduras
A fruta seca conserva mais líquido que a desidratada geralmente, mais crocante. As secas mantêm os mesmos nutrientes da versão in natura, mas na versão desidratada eles diminuem bastante durante processo de fabricação. A banana-passa é uma das frutas secas mais calóricas. 100 gramas do alimento têm 300 kcal. Mas as secas ainda são menos calóricas do que as desidratadas, que contêm mais gorduras.
Barrinhas de cereais
Há uma grande variedade de barrinhas disponíveis no mercado. Feitas à base de aveia, soja, xarope energético, vitaminas e sais minerais, são ideais para o lanchinho da tarde ou para comer antes de malhar na academia. Aquelas que contêm chocolate apresentam um valor calórico maior. Embora saudáveis, as barrinhas são pobres em água na sua composição; têm só 20%, contra 80% dos alimentos normais. Procure hidratar seu corpo com água, suco ou água-de-coco logo depois de comê-las. Isso evita o intestino preso e facilita a digestão.
Iogurtes
Eles fazem parte dos grupo dos chamados alimentos funcionais. Auxiliam no funcionamento do intestino, afastando males como a prisão de ventre e o câncer de colo de útero. Com exceção das pessoas que apresentam alergia à proteína do leite de vaca, não há problemas no consumo. Só tome cuidado com os produtos que prometem regular a flora intestinal, que devem ser consumidos apenas uma vez ao dia sob o risco de desregular o intestino e, em conseqüência, comprometer a absorção dos nutrientes que você ingere.
Kani-Kama
Usado principalmente nas saladas e sanduíches, o kani é uma massa de carne de peixe processada industrialmente, com sabor semelhante ao do caranguejo. Tem, na composição, conservantes que podem ser prejudiciais à saúde se consumidos em excesso. É uma boa fonte de proteínas: em 100 gramas de kani, há 10 gramas do nutriente. 1 pedaço com 16 gramas tem 13 calorias.
Cereais matinais
Geralmente ricos em fibras, os cereais integrais são poderosos para auxiliar no tratamento da obesidade, pois aumentam a saciedade e deixa você feliz da vida mesmo sem comer a toda hora. Fique esperto para as versões que são acrescidas de açúcar que, além de serem mais calóricas, contêm baixas quantidades de fibras.
Requeijão e cream cheese light
A oferta é grande. Na hora de escolher, preste atenção nos diversos tipos disponíveis no mercado. O requeijão 0% de gordura tem 20 calorias, enquanto o light apresenta 45 calorias e o normal contém 60 calorias para cada 30 gramas. A mesma quantidade de cream-cheese normal tem 80 calorias. A versão light soma 60. A restrição aqui só vale para pessoas que apresentam alergia à proteína do leite.
Biscoito água-e-sal
Sem dúvida, o impacto delas na balança é bem menor do que o causado por um biscoito recheado. Mas uma inocente bolachinha água-e-sal também engorda. Por isso, é recomendado comer com moderação. Seis unidades somam 180 calorias. Mas o pior mesmo é a quantidade de gordura da bolacha: cada bolacha tem 1 grama de gordura, cerca de 30% de suas 30 calorias
Margarina: agora sem gordura trans
Margarina light
Ela é composta por óleos vegetais, ricos em gorduras mono e poliinsaturadas, benéficas para o organismo por combater LDL, o colesterol ruim. O inconveniente é que ela pode conter gordura trans, que diminui o bom colesterol
Água-e-sal: ela também engorda!
Antes de lotar o carrinho do supermercado com produtos lights ou comidinhas aparentemente incocentes para incrementar a dieta, preste atenção nos rótulos das embalagens e na tabela nutricional estampada no verso. Por que isso? Para não se surpreender com o ponteiro da balança depois.
"Muitas vezes, a maior vantagem não é o valor calórico desprezível, mas o baixo teor de gordura" , explica a nutricionista Ana Beatriz Fonseca, da VP Consultoria Nutricional, de São Paulo. Vale comparar o produto com a sua versão original para descobrir se você está realmente economizando nas calorias.
Alimentos light contêm uma quantidade reduzida de um nutriente específico, quando comparado com seu alimento original. Carboidratos, açúcares, gordura ou até mesmo proteínas podem ter o teor diminuído. Ao lado deles, aparecem nas gôndolas os produtos diet que, no entanto, precisam ser consumidos com muito cuidado.
"O chocolate diet, por exemplo, não tem açúcar. Mas tem muito mais gordura e, portanto, muitas calorias" , explica a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Se você quer mesmo perder peso sem enganação, olho atento nas dicas abaixo antes de seguir para a próxima compra do mês.
Fizemos uma lista completa, indicando os prós e os contras de todos os produtos que costumam ser parceiros do seu regime (receba o cardápio ideal para seu objetivo). Confira se você anda mesmo em boa companhia.
Frutas oleaginosas
Castanha-do-pará, amêndoas e nozes são excelente fontes de micronutrientes, como vitamina E, que previne doenças degenerativas e cardiovasculares (deliciosa receita com nozes). Também são cheias de selênio, um ótimo aliado para combater o envelhecimento. Mas essas delícias têm um valor calórico considerável, portanto pedem para serem ingeridas com moderação. Duas unidades por dia são suficientes para não derrapar na forma.
Frutas desidratadas e secas
Maçã, banana, damasco, uva passa e figo são as mais comuns. O que diferencia as gostosuras secas das desidratadas é o processo de fabricação e a quantidade de água que permanece no alimento.
Menos água e mais gorduras
A fruta seca conserva mais líquido que a desidratada geralmente, mais crocante. As secas mantêm os mesmos nutrientes da versão in natura, mas na versão desidratada eles diminuem bastante durante processo de fabricação. A banana-passa é uma das frutas secas mais calóricas. 100 gramas do alimento têm 300 kcal. Mas as secas ainda são menos calóricas do que as desidratadas, que contêm mais gorduras.
Barrinhas de cereais
Há uma grande variedade de barrinhas disponíveis no mercado. Feitas à base de aveia, soja, xarope energético, vitaminas e sais minerais, são ideais para o lanchinho da tarde ou para comer antes de malhar na academia. Aquelas que contêm chocolate apresentam um valor calórico maior. Embora saudáveis, as barrinhas são pobres em água na sua composição; têm só 20%, contra 80% dos alimentos normais. Procure hidratar seu corpo com água, suco ou água-de-coco logo depois de comê-las. Isso evita o intestino preso e facilita a digestão.
Iogurtes
Eles fazem parte dos grupo dos chamados alimentos funcionais. Auxiliam no funcionamento do intestino, afastando males como a prisão de ventre e o câncer de colo de útero. Com exceção das pessoas que apresentam alergia à proteína do leite de vaca, não há problemas no consumo. Só tome cuidado com os produtos que prometem regular a flora intestinal, que devem ser consumidos apenas uma vez ao dia sob o risco de desregular o intestino e, em conseqüência, comprometer a absorção dos nutrientes que você ingere.
Kani-Kama
Usado principalmente nas saladas e sanduíches, o kani é uma massa de carne de peixe processada industrialmente, com sabor semelhante ao do caranguejo. Tem, na composição, conservantes que podem ser prejudiciais à saúde se consumidos em excesso. É uma boa fonte de proteínas: em 100 gramas de kani, há 10 gramas do nutriente. 1 pedaço com 16 gramas tem 13 calorias.
Cereais matinais
Geralmente ricos em fibras, os cereais integrais são poderosos para auxiliar no tratamento da obesidade, pois aumentam a saciedade e deixa você feliz da vida mesmo sem comer a toda hora. Fique esperto para as versões que são acrescidas de açúcar que, além de serem mais calóricas, contêm baixas quantidades de fibras.
Requeijão e cream cheese light
A oferta é grande. Na hora de escolher, preste atenção nos diversos tipos disponíveis no mercado. O requeijão 0% de gordura tem 20 calorias, enquanto o light apresenta 45 calorias e o normal contém 60 calorias para cada 30 gramas. A mesma quantidade de cream-cheese normal tem 80 calorias. A versão light soma 60. A restrição aqui só vale para pessoas que apresentam alergia à proteína do leite.
Biscoito água-e-sal
Sem dúvida, o impacto delas na balança é bem menor do que o causado por um biscoito recheado. Mas uma inocente bolachinha água-e-sal também engorda. Por isso, é recomendado comer com moderação. Seis unidades somam 180 calorias. Mas o pior mesmo é a quantidade de gordura da bolacha: cada bolacha tem 1 grama de gordura, cerca de 30% de suas 30 calorias
Margarina: agora sem gordura trans
Margarina light
Ela é composta por óleos vegetais, ricos em gorduras mono e poliinsaturadas, benéficas para o organismo por combater LDL, o colesterol ruim. O inconveniente é que ela pode conter gordura trans, que diminui o bom colesterol
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
domingo, 14 de outubro de 2007
8 lições para acabar com o pensamento gordo
Escape das vontades súbitas que surgem com o início da dieta
É só decidir encarar a dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural, segundo a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas , exemplifica a especialista.
O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.
Roberta afirma que nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.
Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas da nutricionista, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.
Mude seus conceitos: não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo , ressalta a especialista do Minha Vida. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.
Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme , enumera Roberta. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos , completa.
Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco , brinca a nutricionista. A solução apontada por ela é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.
Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta , dá a alternativa Roberta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.
Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes , alerta a especialista.
Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa , aconselha a nutricionista do Minha Vida.
Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Segundo Roberta, nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.
Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer , conta Roberta. Ela explica que, optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes .
É só decidir encarar a dieta que você se transforma em um aficionado por qualquer tipo de prato, seja ele doce ou salgado? O comportamento é natural, segundo a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Quando não existe nenhuma restrição ou alteração alimentar, o ato de escolher os alimentos é espontâneo. Já quando se está de dieta, é preciso analisar características como tamanho das porções, qualidade nutricional e calorias fornecidas , exemplifica a especialista.
O fato é que tanta preocupação pode acabar confundindo seus sentidos.
Roberta afirma que nem sempre a vontade de consumir tentações é maior, depois de dar o pontapé inicial à reeducação alimentar. É uma falsa sensação, criada pela atenção que a comida está recebendo , desaponta quem usa o desejo por certos alimentos como pretexto para não investir em um cardápio equilibrado.
Mas se você sofre com a irresistível vontade de se deliciar com um pratão de macarronada, seguido de uma sobremesa com muito chocolate, atente para as dicas da nutricionista, que ensina alguns truques para espantar o pensamento gordo.
Mude seus conceitos: não encare verduras, legumes e frutas como um sacrifício para emagrecer. Eles são fundamentais em uma alimentação saudável e precisam fazer parte da sua rotina alimentar. Sem contar que, devido à variedade de nutrientes que contêm, trazem diversos benefícios ao seu corpo , ressalta a especialista do Minha Vida. Além disso, existem tantas opções, que é impossível odiar todas. Alguma, certamente, agrada o seu paladar.
Direcione seu foco: está claro que você precisa estar atento a tudo que leva à boca quando está de dieta, mas isso não significa que seu pensamento deve estar totalmente voltado para a comida. Quando não estiver na hora das refeições, faça alguma coisa que te distraia, como ler um livro, ouvir música, assistir a um filme , enumera Roberta. Isso evita que você pense excessivamente nos alimentos , completa.
Previna-se das tentações: caso você ainda se sinta vulnerável diante das suas delícias preferidas, evite dar de cara com elas. Não se exponha a situações de risco , brinca a nutricionista. A solução apontada por ela é, na hora das compras, fugir das gôndolas e corredores que abrigam os alimentos tentadores, como bolachas recheadas e chocolates, por exemplo.
Escape das armadilhas: você não precisa deixar de sair com seus amigos só porque eles sempre pedem sua sobremesa preferida. E também não precisa nem deve ficar chupando o dedo. Não hesite na hora da sobremesa, peça uma fruta , dá a alternativa Roberta. Se surgirem comentários descritivos das sobremesas saboreadas pela turma, mude de assunto.
Mire no alvo: se você está pensando em matar uma das refeições principais para se esbaldar com um doce, afaste esta idéia para bem longe. Jamais pule uma refeição para compensar com um doce ou salgado muito calórico. O máximo que você consegue é, em vez de economizar calorias, se privar de diversos nutrientes , alerta a especialista.
Na dúvida, fique com o trivial: diante da variedade dos cardápios de restaurantes, opte pelos pratos mais simples, que, certamente, serão os menos calóricos. Prefira um prato de arroz, feijão, carne grelhada, legumes e verduras a uma fatia de torta ou quiche com salada e molho. Não se esqueça de trocar a mousse por uma fruta, na sobremesa , aconselha a nutricionista do Minha Vida.
Abandone o radicalismo: mude seus hábitos alimentares visando um cardápio balanceado, que favoreça sua saúde. Segundo Roberta, nenhuma restrição excessiva é saudável. Portanto, nada de pular o café-da-manhã para abusar no almoço. Planejando todas as refeições, você não chega afoito e faminto em nenhuma delas.
Pense positivo e aja da mesma forma: esqueça a idéia de que, para emagrecer, é preciso passar fome de barriga vazia, certamente você vai sentir mais vontade de devorar qualquer prato. A partir daí, mude também as suas atitudes, programando suas refeições, que devem somar cinco a seis por dia (café da manhã, almoço, jantar e pequenos lanches intermediários). É comum as pessoas que seguem uma orientação nutricional questionarem a quantidade dos alimentos que vão ingerir, ao seguir o cardápio da dieta. Elas duvidam que irão emagrecer, comendo mais do que costumam comer , conta Roberta. Ela explica que, optando por alimentos mais saudáveis e menos calóricos, dá sim para treinar mais a mastigação, quando se está de dieta. Além disso, uma alimentação saudável permite que você consuma uma variedade maior de nutrientes .
MENTALIZE: VOU EMAGRECER E NUNCA MAIS VOLTAREI A SER GORDA


É só imaginar!
Técnica oriental usa a força
do pensamento e de visualização
para emagrecer
Juliana Vilas
Esqueça por alguns momentos o modo de pensar ocidental. E deixe a mente fluir, criando imagens e vasculhando boas lembranças. Esse é o eixo central da Mobilização do Qi Mental, uma técnica desenvolvida no Brasil – inspirada em conceitos orientais de saúde – que vem fazendo barulho no tratamento da obesidade. Tudo começou há cerca de cinco anos, quando o médico e acupunturista Isao Yamamura, chefe do setor de Medicina Chinesa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), uniu conceitos orientais e ocidentais, lançou mão da física quântica, adaptou o Tao yin (técnica que conjuga alongamento, meditação e exercícios de respiração) e lançou a novidade. Atualmente, o método faz parte do arsenal de recursos do Ambulatório de Medicina Chinesa do Hospital São Paulo, onde já foram tratadas centenas de pessoas e há fila de espera para entrar nos grupos. Além de ser usado como recurso para ajudar a emagrecer, o método é aplicado no tratamento e prevenção de outras doenças que, acreditam os especialistas, têm forte vínculo com as emoções, como o vitiligo.
Quem aprendeu a usar o método, como o homeopata e acupunturista João Yokoda, garante que a vida mudou. Ele pesava mais de 100 quilos e não conseguia perder peso. Decidiu experimentar a técnica depois de assistir a algumas aulas ministradas a médicos por Yamamura. “Apliquei os ensinamentos e finalmente emagreci”, diz Yokoda. Perdeu tanto peso que, meses depois, nem mesmo o professor o reconheceu. Convencido, passou a tratar pacientes de obesidade com a técnica. Pelo seu consultório, já passaram mais de 800 ex-gordinhos.
Para entender o Qi Mental, é preciso enxergar o organismo de uma maneira diferente. Se do ponto de vista ocidental o médico cuida do corpo e o psicólogo da mente, para os chineses corpo e mente são uma estrutura única e inseparável. Para eles, todas as doenças têm origem emocional. Elas seriam consequência de sentimentos negativos, como raiva, ansiedade e medo. Eles deixariam uma carga negativa estagnada no organismo, que com o tempo pode se transformar em enfermidades. Segundo a teoria chinesa, antes de atingir os tecidos, essas energias ficam registradas no subconsciente, parte da mente que registra, como um chip de computador, memórias ancestrais e os comandos para a sobrevivência (desde funções como respirar até reações diante do perigo).
É justamente aí que o Qi Mental interfere. A idéia é fazer o interessado em perder peso revisar certos registros gravados no subconsciente e mudar a energia. Qi, em mandarim – um dos idiomas chineses –, significa energia. Na prática, o tratamento consiste em ensinar o paciente a acessar o subconsciente. “A linguagem ideal para se comunicar com essa parte da mente são imagens e sensações”, diz Yamamura. Ao longo do processo de treinamento dos pensamentos, além dos diálogos com o terapeuta, há sessões de acupuntura, relaxamento e uso da programação neurolinguística. O paciente aprende a entrar em um estado de relaxamento profundo, no qual mentaliza o corpo ideal e a gordura excedente saindo de seu corpo. “Fazemos o doente compreender, imaginar e repetir essas imagens para fixá-las. É como reeducar a mente”, garante o médico Yokoda.
Negativa – A palavra também tem importância especial. A pediatra e acupunturista Márcia Lika Yamamura, também especialista no método, diz
que se deve evitar o uso de certos
termos para não haver ruídos na comunicação. “Deve-se trocar a expressão perder peso por eliminar gordura. O subconsciente entende que tudo o que é perdido deve ser reencontrado. Além disso, não entende
a palavra não nem números”, explica.
Um aspecto tentador do Qi Mental é que não há restrição alimentar, mas é imprescindível comer todos os dias nos mesmos horários, sem grandes intervalos entre as refeições. E fazer exercícios físicos. “É para avisar a mente que, apesar da perda de peso, a pessoa está saudável”, diz Yokoda. “Nossa herança ancestral, baseada nas leis da sobrevivência, registrou o medo de morrer de fome e, por isso, o corpo passa a armazenar energia quando começa a perder gordura”, afirma Yokoda. Na explicação do médico, é por conta desse mecanismo que, numa dieta, muita gente elimina certa quantidade de calorias no começo e depois pára de emagrecer.
À luz da medicina chinesa, as explicações de Yamamura têm uma coerência incontestável. Mas a medicina ocidental tem lá suas dúvidas. De acordo com o médico Márcio Mancini, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, o método se parece um pouco com as técnicas para ajudar os pacientes a mudar de hábitos,
o que não é fácil. “Na verdade, isso parece um método complementar. No
entanto, o que pode resolver a obesidade é entender que o distúrbio tem origem
em problemas orgânicos. Por isso, depende mais do sistema químico de cada organismo do que do controle mental”, rebate Mancini. O contraponto não surpreende. As relações entre a medicina tradicional chinesa e a medicina de Hipócrates são polêmicas. Mas, na hora de emagrecer, ambas concordam que
a firmeza de propósitos pode operar milagres.
Tao yin O método Tao yin consiste em um conjunto de exercícios físicos que conectam e equilibram mente e corpo e direcionam a atenção do indivíduo para si. Criada pelo tailandês Mantak Chia, a técnica mistura meditação, controle da respiração e alongamento. Na prática, é uma meditação em movimento, no qual a pessoa mantém a consciência e atinge um estado de relaxamento total. Os exercícios são simples, mas é necessário concentração, disciplina e persistência. Para saber mais, leia: TAO YIN, de Mantak Chia (Ed. Cultrix, 223 págs.).
a dona-de-casa Claudete Ferreira Trolli, 48 anos, está convencida de que nunca mais será obesa. Ela se surpreendeu com a eficácia do Qi Mental (Qi, em mandarim, significa energia). “O que demoraria um ano para mostrar resultados acontece em poucos meses. Você toma consciência do que está travando sua energia”, explica. Claudete chegou a pesar 100 quilos e hoje não sai dos 66. “Coloquei na minha cabeça que não engordarei mais. Percebi que colocava no ato de comer, além da fome, meus problemas emocionais”, diz.
QI Mental
Gente vi uma reportagem a revista Viva e achei muito interessante, dei uma busca pela internet e achei uma matéria a respeito da Técnica do Qi Mental que faz parte a medicna chinesa, leiam é bem interessante, pois se vc conseguir usar a Lei da Atração em seu favor pode até conseguir emagrecer...
PENSE ... E EMAGREÇA!
Desarmonia da mente afeta o corpo físico
A Teoria de Mobilização de Qi Mental considera de extrema importância a maneira pela qual o indivíduo vivenciou os acontecimentos e como os registrou em sua memória por meio de emoções. A repercussão somática acontece quando as emoções são reprimidas, ou seja, quando há um conflito entre a reação emocional e o que efetivamente se pode realizar pelo fato do âmbito racional conter, cercear e subjugar estas emoções.
A essência da integração mente-corpo possui um substrato material. Mensagens vindas do córtex cerebral fazem, por mecanismo de transdução, que moléculas mensageiras (nerupeptideos) sejam produzidas, secretadas e provoquem respostas do Sistema Nervoso Autonômico (em especial o Simpático), endócrino e imunológico, que por sua vez, secretam diversas outras substâncias, como epinefrina e cortisol, alterando o funcionamento do organismo inclusive ao nível de genes, modificando a expressão destes em relação à doenças.
Desde quando são formadas emoções?
As emoções podem surgir já na vida intra-uterina. Pesquisas recentes têm mostrado, por exemplo, a forte influência que o stress (emoções) materno exerce sobre o desenvolvimento do bebê intra-uterino. Pode-se mesmo afirmar que tudo o que a gestante pensa, sente ou emociona já está sendo registrado pelo bebê intra-uterino no protoneurônio que se desenvolverá como centro de memória.
Quando se trata de emoções negativas, o resultado é a desarmonia energética, sendo um fator agravante na vida intra-uterina e nos primeiros 3 ou 4 anos de idade pois, a mente nessa fase da vida, é preponderantemente subconsciente; somente depois dessa fase é que a mente consciente (mente racional) passa a se desenvolver. Desse modo, o bebê intra-uterino e a criança até 3 ou 4 anos de idade recebem as informações tais como elas se apresentam, não havendo ainda o componente racional para analisar o contexto dessas informações e minimizar seus possíveis efeitos negativos.
A emoção mais importante e agressiva para o bebê é a rejeição. Esta pode se manifestar de diversas maneiras e muitas vezes os pais (ou especialmente a mãe) não percebem que estão “rejeitando” o bebê. Isso ocorre, por exemplo, quando a gravidez não foi planejada, ou quando se esperava um sexo e o bebê é de outro.
Como as emoções ruins podem ocasionar doenças?
Toda vez que uma pessoa presencia ou toma conhecimento de um fato qualquer, sua mente gera uma emoção de alta ou baixa intensidade e dá a ela um sentido. Quando as emoções são ruins – como medo, raiva, mágoa, ressentimento, preocupações excessivas, ódio, etc. – elas podem também trazer conseqüências ruins para a saúde.
O aparecimento de uma doença pode ser considerada como uma reação de sensibilidade, isto é, tem-se um primeiro contato com um fato que gera um estado emocional ruim e, este fato, geralmente está associado com outros acontecimentos simultâneos e deste modo o fato é armazenado na memória. Na ocorrência de contatos repetitivos seja do fator ou de acontecimentos(simultâneos) a mente reaviva a memória e, posteriormente, pode desenvolver a doença. Por isso, a vida intra-uterina e os primeiros 4 anos da vida são os mais importantes quando ocorrem a “primeira” sensibilização.
Como pode ser considerada a doença?
A mente tem o controle sobre o corpo. Por sua vez, a mente é ativada pela memória e é de acordo com a própria memória que todas as pessoas agem.
A memória é um conjunto de informações que pode provir da herança ancestral, da vida intra-uterina, do nascimento e do pós-nascimento.
Pode-se considerar a manifestação de uma doença como resposta a um estado emocional e que pode manifestar-se em 2 níveis:
1. no sistema musculo-esquelético, quando o sentido dado às emoções refere-se ao movimento;
2. no sistema hipotálamo-hipófise- adrenal, quando envolve o sistema imunológico, o sistema autonômico, os hormônios, desencadeando doenças dos órgãos internos.
As emoções ruins (destrutivas) acometem os Canais de Energia Distintos, que por sua vez, acometem os Canais Curiosos, afetando a função dos Zang Fu (Órgãos e Vísceras) e os Canais de Energia Principais, surgindo uma gama de desarmonias e doenças.
Atendimento Assistencial
Desde sua fundação, o Ambulatório de Mobilização de Qi Mental do Center AO e do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP têm atendido e tratado de pacientes. Em geral, eles vêm encaminhados por diversos profissionais, em especial os acupunturistas do Ambulatório de Acupuntura.
No entanto, com a crescente atenção dada pela mídia, os próprios pacientes têm buscado o serviço, querendo encontrar uma abordagem que os considere finalmente como indivíduos “inteiros”, não mais separados por partes do corpo e suas respectivas especialidades. Instintivamente, os pacientes trazem a sensação de que seu agravo de saúde está relacionado ao seu estado emocional e que este tem participação ativa no seu adoecimento.
O atendimento aos pacientes é fornecido gratuitamente à população e é único em todo o país. A assistência é prestada por médicos que fazem parte do corpo clínico do Ambulatório de Mobilização de Qi Mental do Center AO e do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP.
Investigação científica e Mobilização de Qi Mental
Com esse propósito, o Center AO e o Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura da UNIFESP, incentivaram o início de um trabalho pioneiro que busca investigar a história emocional do indivíduo e a repercussão de suas emoções no processo de adoecimento.
Estudos científicos conduzidos em nível de mestrado comprovam a participação das emoções. Anualmente, os médicos praticantes da Mobilização de Qi Mental têm acesso às mais recentes pesquisas e teorias na Jornada de Mobilização de Qi Mental organizada pelo Center AO.
o TELEFONE DO AMBULATÓRIO DE QI MENTAL DO HOSPITAL SÃO PAULO, PARA TRATAMENTO GRATUITO É (011) 5576-4606 hÁ FILA DE ESPERA PARA O TRATAMENTO...
PENSE ... E EMAGREÇA!
Desarmonia da mente afeta o corpo físico
A Teoria de Mobilização de Qi Mental considera de extrema importância a maneira pela qual o indivíduo vivenciou os acontecimentos e como os registrou em sua memória por meio de emoções. A repercussão somática acontece quando as emoções são reprimidas, ou seja, quando há um conflito entre a reação emocional e o que efetivamente se pode realizar pelo fato do âmbito racional conter, cercear e subjugar estas emoções.
A essência da integração mente-corpo possui um substrato material. Mensagens vindas do córtex cerebral fazem, por mecanismo de transdução, que moléculas mensageiras (nerupeptideos) sejam produzidas, secretadas e provoquem respostas do Sistema Nervoso Autonômico (em especial o Simpático), endócrino e imunológico, que por sua vez, secretam diversas outras substâncias, como epinefrina e cortisol, alterando o funcionamento do organismo inclusive ao nível de genes, modificando a expressão destes em relação à doenças.
Desde quando são formadas emoções?
As emoções podem surgir já na vida intra-uterina. Pesquisas recentes têm mostrado, por exemplo, a forte influência que o stress (emoções) materno exerce sobre o desenvolvimento do bebê intra-uterino. Pode-se mesmo afirmar que tudo o que a gestante pensa, sente ou emociona já está sendo registrado pelo bebê intra-uterino no protoneurônio que se desenvolverá como centro de memória.
Quando se trata de emoções negativas, o resultado é a desarmonia energética, sendo um fator agravante na vida intra-uterina e nos primeiros 3 ou 4 anos de idade pois, a mente nessa fase da vida, é preponderantemente subconsciente; somente depois dessa fase é que a mente consciente (mente racional) passa a se desenvolver. Desse modo, o bebê intra-uterino e a criança até 3 ou 4 anos de idade recebem as informações tais como elas se apresentam, não havendo ainda o componente racional para analisar o contexto dessas informações e minimizar seus possíveis efeitos negativos.
A emoção mais importante e agressiva para o bebê é a rejeição. Esta pode se manifestar de diversas maneiras e muitas vezes os pais (ou especialmente a mãe) não percebem que estão “rejeitando” o bebê. Isso ocorre, por exemplo, quando a gravidez não foi planejada, ou quando se esperava um sexo e o bebê é de outro.
Como as emoções ruins podem ocasionar doenças?
Toda vez que uma pessoa presencia ou toma conhecimento de um fato qualquer, sua mente gera uma emoção de alta ou baixa intensidade e dá a ela um sentido. Quando as emoções são ruins – como medo, raiva, mágoa, ressentimento, preocupações excessivas, ódio, etc. – elas podem também trazer conseqüências ruins para a saúde.
O aparecimento de uma doença pode ser considerada como uma reação de sensibilidade, isto é, tem-se um primeiro contato com um fato que gera um estado emocional ruim e, este fato, geralmente está associado com outros acontecimentos simultâneos e deste modo o fato é armazenado na memória. Na ocorrência de contatos repetitivos seja do fator ou de acontecimentos(simultâneos) a mente reaviva a memória e, posteriormente, pode desenvolver a doença. Por isso, a vida intra-uterina e os primeiros 4 anos da vida são os mais importantes quando ocorrem a “primeira” sensibilização.
Como pode ser considerada a doença?
A mente tem o controle sobre o corpo. Por sua vez, a mente é ativada pela memória e é de acordo com a própria memória que todas as pessoas agem.
A memória é um conjunto de informações que pode provir da herança ancestral, da vida intra-uterina, do nascimento e do pós-nascimento.
Pode-se considerar a manifestação de uma doença como resposta a um estado emocional e que pode manifestar-se em 2 níveis:
1. no sistema musculo-esquelético, quando o sentido dado às emoções refere-se ao movimento;
2. no sistema hipotálamo-hipófise- adrenal, quando envolve o sistema imunológico, o sistema autonômico, os hormônios, desencadeando doenças dos órgãos internos.
As emoções ruins (destrutivas) acometem os Canais de Energia Distintos, que por sua vez, acometem os Canais Curiosos, afetando a função dos Zang Fu (Órgãos e Vísceras) e os Canais de Energia Principais, surgindo uma gama de desarmonias e doenças.
Atendimento Assistencial
Desde sua fundação, o Ambulatório de Mobilização de Qi Mental do Center AO e do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP têm atendido e tratado de pacientes. Em geral, eles vêm encaminhados por diversos profissionais, em especial os acupunturistas do Ambulatório de Acupuntura.
No entanto, com a crescente atenção dada pela mídia, os próprios pacientes têm buscado o serviço, querendo encontrar uma abordagem que os considere finalmente como indivíduos “inteiros”, não mais separados por partes do corpo e suas respectivas especialidades. Instintivamente, os pacientes trazem a sensação de que seu agravo de saúde está relacionado ao seu estado emocional e que este tem participação ativa no seu adoecimento.
O atendimento aos pacientes é fornecido gratuitamente à população e é único em todo o país. A assistência é prestada por médicos que fazem parte do corpo clínico do Ambulatório de Mobilização de Qi Mental do Center AO e do Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da UNIFESP.
Investigação científica e Mobilização de Qi Mental
Com esse propósito, o Center AO e o Setor de Medicina Chinesa-Acupuntura da UNIFESP, incentivaram o início de um trabalho pioneiro que busca investigar a história emocional do indivíduo e a repercussão de suas emoções no processo de adoecimento.
Estudos científicos conduzidos em nível de mestrado comprovam a participação das emoções. Anualmente, os médicos praticantes da Mobilização de Qi Mental têm acesso às mais recentes pesquisas e teorias na Jornada de Mobilização de Qi Mental organizada pelo Center AO.
o TELEFONE DO AMBULATÓRIO DE QI MENTAL DO HOSPITAL SÃO PAULO, PARA TRATAMENTO GRATUITO É (011) 5576-4606 hÁ FILA DE ESPERA PARA O TRATAMENTO...
Sem controle
Gente ando passando por uma barra, não estou conseguindo me controlar...Ando comendo feito uma louca e não estou faendo nenhuma dieta no momento, por isso ando sumida, mas vou tentar recomeçar tudo novamente, e com "Fé em Deus" vou conseguir, pois eu preciso e mereço emagrecer...Torçam por mim...Em breve estarei de volta com ótimas novidades se Deus quiser...Bjs
sábado, 22 de setembro de 2007
O Retorno
Estou de volta, fiquei um tempo sumida da net, pois tive problemas com o speedy, mas agora esta tudo resolvido. Esse período em que estive "fora do ar", pisei na jaca, parei de contar os pontos, pois estava com alguns outros problemas, e acabei engordando tudo outra vez. Agora que estou de volta pretendo voltar a me cuidar e vou colocar aqui todos os meus altos e baixos...conto com a força de todos...bjs
Regina
Regina
terça-feira, 28 de agosto de 2007
Compulsão alimentar engana seus sentidos

Se, mesmo sem fome, você devora o que vê pela frente é hora de buscar ajuda
Todo o domingo, depois de farto almoço em família, você promete a si mesma: amanhã, começa o regime.Até pensa na salada com grelhado no almoço, na frutinha de lanche e na sopa bem leve do jantar. Mas o dia começa e o estresse (no trânsito, no trabalho, com a família) acaba botando tudo a perder afinal, existe calmante mais abençoado do que um bom chocolate?
Resolver as angústias entre uma garfada e outra, no entanto, está longe de ser uma situação exótica. Ao contrário, o problema é bem mais comum do que você imagina. Quem sofre de compulsão alimentar está desconectado de si mesmo, sentindo-se infeliz e imperfeito , explica Márcia de Lucca, professora de ayurveda (a tradicional medicina indiana). É como se buscássemos fora o alimento que falta à alma enfraquecida pelas exigências absurdas do cotidiano, recheado de modelos inatingíveis de perfeição , diz a professora, com o gabarito de quem trabalha há mais de 20 anos aplicando tratamentos relacionados à alimentação
Na prática, você acaba comendo muito e rápido demais -- uma pista da sua urgência em se livrar do mal-estar que anda te incomodando. Aí, só restam dois sentimentos, ambos terríveis: amargar o arrependimento por se empanturrar de comida e o fracasso de não controlar sua vontade à mesa.
Essa doença é tão grave quanto a anorexia e a bulimia , afirma a nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella. Além do ganho de peso, que pode levar à obesidade, a compulsão alimentar ainda aumenta o risco de desenvolvimento de problemas associados ao sobrepeso, como diabetes, hipertensão, colesterol alto.
Os mais característicos sintomas da doença são a perda do controle quanto à alimentação e a ingestão de grandes quantidades em pouco espaço de tempo. "Na adolescência, só conseguia estudar se comesse ao mesmo tempo. Quando me dei conta do exagero, tentei parar e não consegui" , conta a designer Ana Lúcia Martinelli, 30 anos. "Meu mundo caiu, chorava desesperadamente. Não sabia que tinha uma doença" , lembra mais tranqüila, após ter buscado ajuda profissional para se recuperar, inclusive, de uma depressão.
Ainda que a compulsão apareça sob o disfarce de um problema físico, os fatores que levam à patologia são de origem psicológica. Estresse, carência, medo de rejeição e sentimento de inadequação podem disparar esse mal.
"A margarina da família perfeita, o bombom embalado de amor verdadeiro, a latinha de refrigerante que promete status, mas esconde toxinas estão entre as ciladas que nos seduzem" , exemplifica Márcia de Lucca. Para reverter o quadro, ela indica meditação, ioga e práticas que auxiliem a reconexão consigo mesma, além de um acompanhamento nutricional e psicológico. (veja que tipo de yoga tem mais a ver com você)
Técnica contra a compulsão alimentar
No livro A Idade do Poder transformação, saúde e beleza para a mulher, Márcia de Lucca indica a seguinte receita para quem sentir fome fora de hora:
Coma uma banana esmagada com uma colher de chá de ghee (manteiga purificada) e uma pitada de cardamomo.
Use condimentos como pimenta cayenne, cominho e curry, que queima as toxinas causadoras da compulsão.
Texto retirado do Site Minha Vida
Quando der fome fora de hora, beba uma xícara de água morna com uma colher de chá de mel e 10 gotas de limão (um excelente substituto para a comida, que ainda ajuda a derreter gordura). Mas nada de cortar as refeições principais, atitude que prejudica a saúde e, além de tudo, obriga o corpo a armazenar tudo o que você consome, como proteção. Em bom português? É um hábito que só engorda.
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Quem sou eu
- Batalha Ligth
- São Paulo, SP, Brazil
- Meu nome é Regina, sou casada e tenho 3 filhos (lindos por sinal). Hoje sou apenas dona de casa, parei de trabalhar, para cuidar da família. Adoro fazer artesanatos como: pintura em tela, mosaico, decoupage, tricô, crochê, pintura em madeira e tudo que puder aprender.
